A ansiosa e desnecessária busca, por algum preenchimento aural...
e, após tantas horas e predisposições ao ralo, encontra-se, a seguir, o desânimo incansável do existir por entre afagos falsários e pré-determinados. Onde , logo, definha-se em abismos...
- estamos, enfim, e por agora, no limbo! -gratificado, o mensageiro-
- ...mas, e se talvez pudéssemos suprir o elixir do buscar, do encontrar...manter e ..
- mas tanto absurdo, vem de onde!? - indignado, o mensageiro-
- de onde nascem os abutres...
- ahh! Temperamentos humanóides! - gargalhando, o mensageiro-
e, após o afogar esplendoroso e satisfatório, purga-se , então, no fugaz , gratinado e não resplandecente...
- mais uma rodada!! - urra, o mensageiro-
1.5.15
15.6.14
21.6.12
Inovação.
Cabelos alisados..perfumes importados. Sapatos escovados..folheados, como joias!
O Sol arrota dores. O Céu, chora sangue..Sólido.
A necessidade, miserável, do compartir... . Ver e fingir. Fingir,que não... e não vê.
Desgarrar-se... Desgarrar-se;;; Desgarrar-se,,, ...
_ Haha ... - gargalha, o mensageiro - .
_ .... !
_ É muito boa, sua existência! Me diverte! hahaha!
_ E porque toda essa emoção?
_ Patético, Ser! O seu mojave o consome, sem meu auxílio! nada mais me é preciso! .
_ E se ..
_ HaaahHaaAhhAA ..! - o, mensageiro - .
21.12.11

O expandir-louco-emocionalmente-falho. hipocrisias continuas...gramaticais.
Ganância desvairada. verdades falsamentes criveis. ausencia do pairar galatico...abdução.
O corpo rasteja. fétido e arrogante.
A brisa, mutada em névoa. colibris, corvos, famintos. O Dia, trevas...Dia..
_ E essa febre que nao passa...e um sorriso sem graça...
_ Cale-se ! repugnante ser deformado! ... Me pergunto - sorridentemente calhorda, o menssageiro - o que fazes por aqui?
_ Não obstante - respondeu - foi visto levantar-se, comunicando-se de forma relativamente ocultada por tregeitos inclusos, exclusivamente, para a tal ocasião...se foi celas, e cavalos, castelos e princesas...
_ E eu com isso? e você sem isso?...ou nisso?
_ Paradoxo! descrença !
_ hahahaha.... - Gargalha, o mensageiro - .
8.10.11
3.7.11
O ranço culposo da dúvida. a distorção elementar da fatalidade. um descuido emotivadamente feroz.atroz.... atravancando barreiras ociptais. pode-se sentir o sórdido e amargo prazer do mascarar deslumbrado. invencões inocentadas, desequilibrando junções auriculares. um blá blá corriqueiro, integrante principal da rotina. talvez, o relapso neural seja incômodo, como palavras entituladas às formas mais precárias do sentir. uma infinita e agradável jornada rumo ao nada, sempre lotada de nós, seres decadentes. o que impede a degeneração, bela e sangrenta.
sorrisos vazios, ocultados pela admirável estupides do curioso engano. olhos falsamente iluminados, como alguns seres marinhos, ao chamar a presa.
ouvia-se sobre uma brisa, que mudaria estações...ouvia-se.
agora, um solo silêncioso e rochoso,
Que linda caverna!
27.5.11

O querer é dominador. Abundante. Devora, delicado, o semblante já obscuro por desânimos
em séries.
Portas arrombadas, com descuido.
A veia migra em direção oposta ao fluxo celular.
A dor real, camufla-se, em sorrios, hilários, como um brinde ao intrépido e inevitável falecimento emocional.
Ainda há pele.
Assinar:
Postagens (Atom)



